Rei Roodollfh
CAP. 4: O INÍCIO DO ROMANCE.
De manhã, Cler acordou sozinha no
quarto. E então Rodollfh saiu do banheiro e lhe disse:
- Bom dia Cler. Dormiu bem?
- Que horas são?
- 7 e meia.
- Eu dormi aqui? – disse Cler assustada e se sentando na cama rapidamente.
- Foi. Mas não se preocupe eu dormi no sofá.
- Eu sei, mas já são 7 e meia, todo mundo já está de pé, oque vão pensar de
mim? Principalmente se eles me verem sair daqui.
- Não se preocupe. Eu já pedi para William pegar uma muda de roupa no seu
quarto, tudo bem pra você?
- Tudo bem.
- Bem, ele já trouxe. Está aqui. – falou ele dando a roupa nas mãos dela
Cler pegou as roupas das mãos de
Rodollfh e se levantou.
- Há aqui está uma toalha caso queira tomar um banho. – disse ele, lhe
dando uma toalha.
Cler pegou a toalha e foi para o
banheiro. Quando ela saiu o café já estava na mesa. E Rodollfh disse:
- Bem na hora! Acabaram de deixar aqui.
Cler se sentou e Rodollfh começou
dizer:
- Olha, eu estava pensando na “desculpa”, eu vou dizer que você levantou
cedo e aproveitei pra mandar você costurar alguns botões em algumas blusas
minhas, o que você acha?
Cler acenou com a cabeça que sim,
e Rodollfh disse:
- O que ouve Cler?
- Hum?
- O que ouve?
- Nada... é só que...
- “Que...”
- É só que por mais que eu tente, eu não consigo parar de sentir raiva de
você por tudo o que você me fez.
Rodollfh lhe deu um beijo e a
olhou nos olhos e disse:
- Eu te prometo que eu vou fazer de tudo pra tirar isso de você, de curar
isso. Só confia em mim.
- Tudo bem.
Depois disso no mínimo uma vez
por semana Rodollfh dizia que ia visitar o mercado e levava Cler, mas antes de
ir os dois iam passar um tempo juntos, depois iam para o mercado. Até deu um
anel de compromisso para Cler.
Rodollfh começou a ser adorado
pelas pessoas de seu reino, mas elas continuavam
um pouco desconfiadas, e sua relação com seu irmão Fernando estava cada vez
melhor.
Enquanto isso Pablo estava armando
um plano para roubar o trono de Rodollfh, mas ninguém sabia.
Se passaram um ano e meio, e o
Conselho de Reinos Nacional convocou Pablo a júri.
Assim que William ficou sabendo
foi correndo contar para Rodollfh.
- Então, acha que é sério? – disse Rodollfh quando William o contou.
- Não sei, mas pelo que o povo está falando é.
- Sabe, eu nunca entendi direito o
Conselho de Reinos Nacional. – disse Cler.
- Cada país tem o seu Conselho de Reinos Nacionais. A função dele é
organizar os reinos do país. Pra falar a verdade ele não liga muito assim para
o povo do reino, ele quer mesmo é saber do dinheiro. Cada reino é responsável
por algo no país, um é pela produção de café, outro de lã, outro de minérios e
assim por diante, e o dever do Conselho é organizar isso. – disse Rodollfh que
ainda continuou – ele também é o único que pode depor um rei, mesmo que seja um
reinado da família seja de mais de 100 anos. Quando ele chama a júri alguma
coisa tem de errado, ou ele fez algum desvio de fornecimento ou de dinheiro, ou
o povo do reino em situação precária ou prejudicial tanto pra imagem do país
quanto pra economia e reputação.
- As penas vão de deposição, dele até da família dele e ninguém mais da
família dele possa ser do reinado, até mesmo castigos como multas, fazer
trabalho de graça para o povo, até mesmo pode ser condenado à morte. – disse
William.
- Nossa! Mas só quem juga é o Conselho? – disse Cler.
- Em caso de condições do povo, quem decide é o povo. – disse Rodollfh.
- Acho que vou começar a ler esse tipo de informação. – disse Cler.
- Tem um livro na biblioteca que fala sobre isso. – disse William. – depois
pego pra você. Bem eu só vim trazer a informação, depois eu venho aqui. Vou
deixar vocês a sós, com licença.
E saiu, pois muitos dos empregados
já sabiam que os dois estavam juntos, mas ninguém podia comentar nem dentro nem
fora do castelo. E todos dentro do castelo gostavam de Cler.
Cler e Rodollfh ficaram no sofá, e
Rodollfh:
- Será que vamos nos livrar do Pablo finalmente?
- Não sei, mas tomare que sim.
- Vou mandar uma carta pro Conselho perguntando sobre o assunto, o que
acha?
- Uma ótima ideia. Agora eu tenho
que ir ajudar a fazer o jantar.
- O quê? Nada disso, você vai ficar aqui comigo. – disse Rodollfh abraçando
Cler, sorrindo.
- Rodollfh, eu tenho que ajudar. – disse Cler sorrindo.
- Tudo bem, mas não demora.
Cler saiu do quarto e foi até a
cozinha.
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